Publicado em 17/04/2021 às 16h30.

Adesão a consórcio deve ser declarada no Imposto de Renda

Segundo gerente da Porto Seguro, item deve ser informado na relação de bens e direitos

Redação
Foto: Fernando Martinho/Porto Seguro
Foto: Fernando Martinho/Porto Seguro

 

Quem aderiu a consórcio deve declarar esta operação no imposto de renda, mesmo aqueles que ainda não tiveram acesso à carta de crédito. Por isso, deve obter o informe de rendimentos junto a operadora deste investimento. O alerta é de Rafael Boldo, gerente da Porto Seguro Consórcio.

Neste ano, por decisão da Receita Federal, o prazo final para entregar a declaração foi adiado para 31 de maio, em razão da pandemia. O tempo pode ser maior, até 31 de julho, em razão de projeto aprovado no Congresso Nacional. Essa nova mudança depende de sanção do presidente Jair Bolsonaro.

O gerente da Porto Seguro informa que o consórcio deve ser registrado na relação de bens e direitos. Se o consórcio foi iniciado no ano passado, as parcelas pagas devem ser inscritas na posição em 31 de dezembro de 2020. Caso o investimento seja anterior, o contribuinte terá que repetir a posição em 31 de dezembro de 2019 e incluir no último dia do ano passado o total pago.

Caso a carta de crédito tenha sido contemplada, é preciso ainda descrever o bem adqurido e informar as parcelas já pagas e o que falta ainda amortizar. Se a contemplação se der por meio de lance, declare o valor do lance no campo “Situação em 31/12/2020”, somado montante quitado, acrescenta Rafael Boldo.

Este site armazena cookies para coletar informações e melhorar sua experiência de navegação. Gerencie seus cookies ou consulte nossa política.