Com protestos na Bahia, Sindicato orienta caminhoneiros a ficarem em casa

    De acordo com presidente do Sindicam, grupo será apoiado pelo, no entanto, 'não é para fazer movimento'

    Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

    Apesar do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas do Estado da Bahia (Sindicam) informar que a Bahia não iria aderir à paralisação dos caminhoneiros, protestos foram realizados em cidades como Salvador, Simões Filho, Feira de Santana e Riachão do Jacuípe, nesta segunda-feira (1º).

    Em entrevista ao bahia.ba, o presidente do Sindicam, Jorge Carlos da Silva, orientou os caminhoneiros a permanecerem em casa. De acordo com ele, o grupo será apoiado pelo sindicato, no entanto, “não é para ir para estrada, fazer movimento”.

    Conforme Jorge Carlos, bloqueios e barreiras em estradas serão impedidos pela Polícia Rodoviária Federal, contudo, o Sindicam acredita que a melhor opção é o diálogo. Ainda segundo ele, existe a possibilidade de caminhoneiros não realizarem protestos na terça (02). “Devem cruzar os braços”.

    Entre as reivindicações dos caminhoneiros estão o constante aumento no preço do combustível, gratuidade nos pedágios, entrega de equipamentos de proteção individual (EPIs), preço mínimo do frete, direito a aposentadoria especial e ainda o marco regulatório do transporte marítimo (BR do Mar).