Publicado em 23/09/2020 às 13h08.

Empresários da construção civil criticam aumentos ‘abusivos’ em insumos para o setor

Segundo categoria, reajustes no cimento, aço e PVC podem causar desabastecimento e ameaçar manutenção dos 45 mil postos de trabalho

Redação
Foto: Ascom/ SDE
Foto: Ascom/ SDE

 

Empresários da construção civil apresentaram ao secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE), o vice-governador João Leão (PP), um manifesto contra os aumentos considerados abusivos nos insumos para o setor, entre os quais cimento, aço e PVC. De acordo com a categoria, os reajustes podem desencadear desabastecimento e ameaça à manutenção dos 45 mil postos de trabalho.

O manifesto foi entregue na terça-feira (22) por representantes do Sindicato da Indústria da Construção do Estado da Bahia (Sinduscon-BA), da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA), da Associação Comercial da Bahia (ACB) e do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento (Sinaprocim). A Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias (Aneor) também apoia o movimento.

Em nota à imprensa, o vice-governador prometeu analisar uma forma “adequada e eficaz” de ajudar a equacionar os preços dos produtos.

“(…) no sentido de proteger a sobrevivência das indústrias da construção civil, as empresas de todos os portes, com vistas, sobretudo, na manutenção dos empregos e no crescimento deste estratégico setor produtivo. Vamos buscar um diálogo também com as indústrias que fornecem os insumos, pois ambos os segmentos são importantes para o desenvolvimento da Bahia”, afirmou Leão.