Fundo do BTG Pactual entra na disputa por térmicas da Eletrobras, dizem fontes

    Segundo fontes da Bloomberg News, fundo de private equity trabalha em consórcio com a Eneva, que fará uma oferta pelas duas maiores usinas a gás

    Foto: BTGPactual

    O fundo de private equity do Banco BTG Pactual (BPAC11) está participando da disputa para comprar usinas térmicas da Eletrobras (ELET3; ELET6), disseram pessoas familiarizadas com o assunto à Bloomberg News. Segundo as pessoas, que pediram anonimato porque as negociações não são públicas, o fundo trabalha em consórcio com a empresa de energia Eneva (ENEV3).

    De acordo com informações do portal da Bloomberg Línea, a Eneva fará oferta pelas duas maiores usinas a gás, chamadas Mauá e Aparecida, e o fundo do BTG compraria os ativos restantes, disseram as pessoas. A Âmbar Energia, da J&F Investimentos, fez uma oferta concorrente, segundo as pessoas.

    A Eletrobras disse no ano passado que espera receber pelo menos R$ 4 bilhões pelas usinas térmicas com capacidade de produção de 2 gigawatts. Espera-se uma decisão em breve e a empresa provavelmente receberá ofertas de cerca de R$ 5 bilhões, disseram as pessoas.

    O BTG Pactual e a Eletrobras não quiseram comentar. Eneva e Ambar não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.