Ibovespa fecha com alta de mais de 2% na contramão de Wall Street

    O dólar fechou com queda de 1,31%, a R$ 5,099

    Foto: Ibovespa

    O Ibovespa fechou o pregão desta terça-feira (23) em alta de 2,13%, aos 112.857,10 pontos, seguindo o bom desempenho das ações ligadas às commodities e na contramão das bolsas em Wall Street. O dólar fechou com queda de 1,31%, a R$ 5,099, a maior queda desde 12 de agosto e a cotação mais baixa desde o último dia 15.

    Entre as maiores altas, as Americanas, disparando 15,91%, seguida da Usiminas, com valorização de 9,72% e da CSN, subindo 9,29%.]

    Foram destaque também as ações da Usiminas, que dispararam 9,72%, os ativos da Vale, que saltaram 6,41% e da Petrobras (PETR3;PETR4), em alta de 3,76% e 3,18%, respectivamente.

    Já as maiores baixas, os papéis da Multiplan, caindo 2,56%, seguida da CCR, com queda de 1,62% e da Iguatemi, desvalorizando 1,35%.

    Sobre as commodities, o petróleo WTI, com vencimento para outubro, encerrou com alta de 3,74% (US$ 3,38), a US$ 93,74 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex). Enquanto o Brent para o mesmo mês, na Intercontinental Exchange (ICE), avançou 3,88% (US$ 3,74), a US$ 100,22 o barril.

    Em relação ao minério de ferro, mais negociado em janeiro na Dalian Commodity Exchange, fechou em alta de 2,5%, a 705 iuanes (US$ 102,71) a tonelada, e o contrato de vergalhão mais ativo da Shanghai Futures Exchange encerrou com valorização de 1,7%, a 4.052 iuanes por tonelada.

    Na Bolsa de Cingapura, o contrato de minério mais negociado para setembro avançou 1,6%, para US$ 103,35 a tonelada.

    Em Wall Street, as bolsas norte-americanas fecharam todas no terreno negativo ainda com os receios que rondam a inflação dos Estados Unidos. O Dow Jones e S&P 500 caíram, respectivamente, 0,47%, 0,22%. Enquanto a Nasdaq, fechou estável, aos 12.381 pontos.