Ibovespa Futuro em alta e queda na bolsa de Wall Street; confira outros destaques

    Reunião do Fed na quarta derruba ações nos EUA, cenário também impacta Ásia

    Foto: Ibovespa

    O Ibovespa Futuro opera com alta nos primeiros negócios desta terça-feira (11), com investidores digerindo os dados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio acima do esperado. O índice de inflação oficial acelerou para 0,46% em maio, após a alta de 0,38% em abril, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Em matéria, a InfoMoney apura que, no ano, o IPCA acumula alta de 2,27% e, nos últimos 12 meses, de 3,93%. O consenso LSEG projetava alta de 0,42% na base mensal e de 3,89% na base anual. Às 9h15, o índice futuro com vencimento em junho subia 0,14%, aos 121.190 pontos. Confira outros destaques:

    Bolsas Internacionais

    Estados Unidos

    Em Wall Street, os índices futuros operam em queda, às vésperas da decisão de juros decisão de juros do Federal Open Market Committee (Fomc), do Federal Reserve (Fed), na quarta-feira (12).

    Nesta manhã, Dow Jones Futuro operava com baixa de 0,40%, S&P500 caia 0,29% e Nasdaq Futuro recuava de 0,28%. O dólar à vista operava com alta de 0,02%, cotado a R$ 5,357 na compra e R$ 5,358 na venda. Já dólar futuro (DOLFUT), subia 0,05%, indo aos 5,366 pontos. No mercado de juros, os contratos futuros operavam em alta, com repercussão do IPCA. O DIF26 subia 0,02 pp, a 10,30%; DIF27, -0,02 pp, a 11,58%; DIF29 -0,04 pp, a 11,90%; DIF31, -0,04 pp, a 12,02%.

    Ásia

    Os mercados asiáticos fecharam sem direção única, à espera de dados de inflação da China e dos EUA, assim como de anúncios de política monetária dos bancos centrais americano e japonês. Na China, as cotações de minério de ferro caíram para uma mínima de dois meses nesta terça-feira, pressionados pela persistência de fundamentos fracos e por preocupações com as perspectivas de demanda no principal consumidor, a China, após o mais recente plano de emissão de carbono para o setor siderúrgico. Os preços do petróleo operam em baixa, revertendo parte dos ganhos do movimento de recuperação da sessão anterior.