Ibovespa Futuro vai na contramão da cena internacional e opera com alta nesta sexta

    Em Wall Street, principais índices futuros do país registram quedas significativas

    Foto: Pixabay

    O Ibovespa Futuro opera nesta sexta-feira (16) com alta nos primeiros negócios, indo na contramão do pré-mercado americano, com investidores mantendo o ímpeto positivo e repercutindo a prévia do PIB do Brasil. Além disso, o crescimento do Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) em 1,40% no mês de junho, veio acima do consenso LSEG de analistas, que esperavam uma alta de 0,50% no mês.

    Segundo matéria do InfoMoney, o crescimento do IBC-Br não é inédito, já que o índice já havia registrado aumento, de 0,25%, em maio. Na cena internacional, os mercados globais ainda digerem os números de quinta-feira (15), que apontaram vendas no varejo e um mercado de trabalho mais fortes do que o esperado nos EUA, em meio a uma sessão marcada por poucas novidades macroeconômicas.

    Em Wall Street, Dow Jones Futuro operava com baixa de 0,08%, S&P500 caía 0,15% e Nasdaq Futuro recuava 0,12%. Às 9h12 (horário de Brasília), o índice futuro com vencimento em outubro subia 0,14%, aos 136.585 pontos. O dólar comercial operava com queda de 0,29%, cotado a R$ 5,467 na compra e R$ 5,468 na venda. Já o dólar futuro (DOLFUT) caía 0,22%, indo aos 5.478 pontos.

    Ásia

    Na China, as cotações de minério de ferro registram baixa pela quinta sessão seguida, mantendo o sentimento de baixa após os preços do aço mais fracos do que o esperado no maior consumidor, o próprio país, prejudicaram as perspectivas de demanda. Na contramão, os mercados asiáticos fecharam em alta, com destaque para alta de 3% do Nikkei, do Japão, registrando a melhor semana do índice em quatro anos, depois que Wall Street se recuperou durante a noite, com novos dados econômicos aliviando os temores de recessão.

    Commodities

    No mercado de commodities, os preços do petróleo caem na sessão de hoje, mas caminham para um segundo ganho semanal consecutivo depois que dados otimistas dos EUA aliviaram as preocupações dos investidores sobre uma possível recessão na maior economia do mundo.