Presidente do BB não descarta privatização e desestatização de subsidiárias

    Durante cerimônia de transmissão de cargo, Rubem Novaes disse que em seu mandato vai dar mais rentabilidade aos acionistas do banco

    Foto: Ed Alvez/Correio Brasiliense

    O novo presidente do Banco do Brasil Rubem Novaes afirmou nesta segunda-feira (7) que não está descartada a privatização ou desestatização de subsidiárias do banco durante seu mandato.

    Em seu discurso durante a cerimônia de transmissão de cargo, na sede do BB, em Brasília, ele destacou que vai trabalhar para melhorar a rentabilidade do banco aos acionistas.

    O economista também disse que, em sua gestão, pretende se desfazer de ativos e subsidiárias que não estiverem relacionados à atividade do banco.

    “O mandato que recebo é compatível com os interesses dos acionistas minoritários”, declarou para a plateia de empresários, banqueiros, incluindo o vice-presidente Hamilton Mourão, e a ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

    Segundo informações do Correio Brasiliense, o novo presidente do BB afirmou ainda que não pretende perseguir funcionários por posições ideológicas, “desde que tenham trabalhado e agido corretamente”. Caso contrário, “sofrerão os rigores da lei”.

    “O mandado que é me passado é de rígida autoridade e maximização do valor dos ativos. Aqueles que não guardam sinergia com o banco, nesse caso, serão considerados desinvestimentos”, disse, avisando que sairá em busca de abertura de capital e de parceiros complementares.