Bonner desabafa contra hater que criou 23 perfis para xingá-lo

    "Será que essa criatura tem alguma interação com seres humanos no mundo real?", pergunta o apresentador do Jornal Nacional

    Foto: Divulgação

    William Bonner usou seu perfil no Instagram para desabafar, em tom reflexivo, contra uma seguidora que criou 23 perfis falsos para ofender não apenas a ele, mas também seus outros seguidores e até mesmo a memória de seu pai, falecido em novembro de 2016.

    De acordo com o post, os xingamentos de uma pessoa identificada como Dani Silva surgiram desde o fim de seu casamento com Fátima Bernardes, há um ano e meio. E, a cada vez que ele a bloqueia, ela cria um novo perfil e recomeça a saga.

    “A pessoa cria outro perfil. Manifesta o desejo de que eu morra. E de forma lenta e dolorosa. […] Eu a bloqueio, e bloquearei sempre. É do jogo. E a pessoa cria mais um perfil para ultrapassar todos os limites, ao desrespeitar um registro da memória de meu pai. É muito feio. É perverso. Doentio”, afirmou.

    Em tom apiedado, mas também temeroso, o apresentador pergunta: “Será que essa criatura tem alguma interação com seres humanos no mundo real? Ou se trata de alguém profundamente doente e só? Será que essa agressividade desmedida se esgotará sempre no ambiente caótico de um espaço para comentários? Ou devo dar atenção à ameaça de me agredir fisicamente na rua?”.

    Por fim: “A gente costuma acreditar que o desprezo é a arma adequada contra haters. Mas, hoje, ao me deparar com os comentários na foto de meu pai, essas questões todas ganharam dimensão pra mim. E achei que talvez fosse o caso de provocar alguma reflexão”. Veja:

    A pessoa me insulta desde o anúncio do fim de meu casamento, há ano e meio. Eu a bloqueio. A pessoa cria outro perfil. E insulta meus seguidores em comentários infantis, mas grosseiros. Eu bloqueio. A pessoa cria outro perfil. Manifesta o desejo de que eu morra. E de forma lenta e dolorosa. Alguns seguidores ficam horrorizados, envolvem-se em discussões, acabam sendo desrespeitados. Eu a bloqueio. E bloquearei sempre. É do jogo. E a pessoa cria mais um perfil pra ultrapassar todos os limites, ao desrespeitar um registro da memória de meu pai. É muito feio. É perverso. Doentio. Eu bloqueio mais uma vez. A vigésima-terceira, se não errei as contas. Talvez tenha sido a vigésima-nona. Mas compartilho uma preocupação. Será que essa criatura tem alguma interação com seres humanos no mundo real? Ou se trata de alguém profundamente doente e só? Será que essa agressividade desmedida se esgotará sempre no ambiente caótico de um espaço pra comentários? Ou devo dar atenção à ameaça de me agredir fisicamente na rua? Será que sou o único alvo da ira patológica dessa pessoa? Ou ela cria perfis fakes seguidamente pra perseguir outras? A gente costuma acreditar que o desprezo é a arma adequada contra haters. Mas, hoje, ao me deparar com os comentários na foto de meu pai, essas questões todas ganharam dimensão, pra mim. E achei que talvez fosse o caso de provocar alguma reflexão entre os que acham que pra tudo existem limites. Ou deveriam existir. Segue o jogo.

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