Brown avalia participação em carnaval de SP após taxa de R$ 240 mil

    Músico tinha confirmado apresentação com participação das bandas Angra e Sepultura

    Carlinhos Brown posa ao lado da banda Angra. Foto: Mauro Zaniboni /Ag Haack

    Carlinhos Brown analisa a decisão de puxar um bloco de carnaval em São Paulo. O músico, que sairia no dia 18 de fevereiro, mas assim como a cantora Daniela Mercury, diz que não tem condição de desfilar caso a taxa de R$ 240 mil imposta pelo prefeito João Doria (PSDB) seja mantida.

    “Nesse momento, não tenho nenhuma condição de participar. Os patrocinadores cobrem o trio, estrutura, mas não essa taxa”, afirmou Brown à colunista Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo. Em Salvador a prefeitura também cobra uma taxa, mas recebe todo mundo. Não tem uma coisa de um bloco de fora ser mais caro do que o de dentro. A gente recebe todo mundo. O que soou para nós é até como se não fôssemos bem-vindos”, argumentou o músico.

    O bloco de Brown em São Paulo, Black Rock, tinha participações certas com artistas e bandas de rock. Ele acredita que o Ministério da Cultura deveria intervir no caso. “Que vou dizer agora ao Sepultura, ao Angra?”, questionou.