Johnny Depp nega agressão a ex-mulher e boatos de falência

    Em entrevista à revista britância "GQ", ator disse que imagens de confusão com Amber Heard eram antigas e foram divulgadas fora de contexto

    Foto: Arquivo Pessoal/Instagram

    Ele já foi um dos atores mais bem pagos de Hollywood, mas hoje, amarga um período de baixa na carreira. Nos últimos dois anos, Johnny Depp foi acusado de agredir a ex-esposa, a modelo e atriz Amber Heard, perdeu vários contratos e viu crescer a boato de que estava falido.

    Mas, a versão do eterno “Capitão Jack”, de “Piratas do Caribe, é diferente das que circulam na mídia e nas redes sociais: ele jura que é vítima de uma conspiração. Em entrevista à revista britânica “GQ”, o ator afirmou que tinha “muito dinheiro” “circulando por aí” estava sendo processado “a cada oportunidade”. “É tudo tão óbvio”, reflete.

    Johnny conta que nunca fez questão de saber o quanto ganhava e ficou surpreso ao receber uma ligação do seu empresário, que o alertou para que vendesse a sua casa na França por causa da situação financeira.

    “Só meu salário inicial – fico até com vergonha de dizer – para Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar (2017) era de 35 milhões de libras. Saí em lua de mel depois desse filme e enquanto eu estava lá recebi a ligação do cara. Disse: ‘O quê? Eu não entendo, como assim?’”.

    Quanto às acusações de violência doméstica, Depp também negou: “Machucar alguém que você ama? Não, não soa e nem poderia soar como algo que eu faria”, disse. Ele se defende, e diz que as imagens que circularam na época foram divulgadas por Heard para parecer recente, mas na verdade eram antigas. Segundo Depp, ele estava irritado após receber a notícia de que tinha perdido milhões de dólares.

    O ato também citou o acordo com a ex-mulher no valor de US$ 7 milhões, para que o caso não fosse levado à Justiça.”O pior foi pegar o dinheiro que seria para os meus filhos. Como uma pessoa poderia fazer algo assim a outra, quando nada disso era verdade? Tenho certeza de que não foi nada fácil para o meu filho de 14 anos na escola”, lamenta.