Julgamento do rapper Diddy é marcado para 5 de maio

    Músico foi preso por tráfico sexual, extorsão, associação criminosa e promoção da prostituição

    Foto: Reprodução/Redes Sociais

    O rapper Sean “Diddy” Combs, preso por tráfico sexual, extorsão, associação criminosa e promoção da prostituição, será julgado no dia 5 de maio do ano que vem. Com isso, ele segue preso no Centro de Detenção Metropolitano, em Nova York, até o mês marcado. 

    O músico está preso desde 16 de setembro, quando o caso veio à tona. Ele, contudo, se diz “inocente”. A defesa do artista ainda entrou com uma moção na Justiça para denunciar uma campanha de difamação contra ele após imagens do rapper chutando a ex-namorada vazarem para a imprensa.

    O músico de 54 anos promovia baladas privês chamadas de freak offs (“surtos”, em português), nas quais coagia mulheres a se drogarem para transar com garotos de programa, enquanto ele próprio assistia a tudo. Nas suas mansões em Los Angeles e Miami, a polícia encontrou drogas, fuzis e mais de 1.000 frascos de óleo para pele de bebê e lubrificantes — produtos que, em tese, seriam destinados a essas orgias. 

    A principal denúncia foi feita por uma ex-namorada do artista, a cantora Cassie Ventura, que alega ter sido estuprada repetidamente por Combs e obrigada a se drogar e também a transar, por dias, com outros homens enquanto ele a espancava. A prisão causou um efeito dominó, com novas denúncias de outras sete mulheres e de dois homens.