O espetáculo “Los Catedrásticos – Macetando o Apocalipse” retorna aos palcos após o sucesso da primeira temporada e traz como um de seus grandes destaques a estreia de Luísa Prosérpio no elenco do grupo.
Considerada uma das atrizes mais versáteis e consistentes de sua geração no cenário artístico baiano e nacional, ela integra a nova fase da montagem, que chega com playlist renovada, muito humor e irreverência afiada. O espetáculo ocupa o Teatro Módulo todas as sextas e sábados até 28 de fevereiro.
Soteropolitana, Luísa Prosérpio iniciou sua trajetória artística aos 14 anos e construiu uma formação sólida e plural, passando por instituições de referência como a UFBA, o Teatro Vila Velha, o Piccolo Teatro de Milão, na Itália, e o GITIS Moscou, uma das mais prestigiadas escolas de teatro do mundo.
Sua carreira transita pelo teatro, cinema, televisão, música e performance, tendo sido dirigida por nomes como Lázaro Ramos, Sérgio Machado, Celso Nunes e Luiz Fernando Carvalho.
No teatro, integrou cerca de 20 espetáculos no cenário baiano e protagonizou uma montagem na Itália. No audiovisual, participou de longas e curtas-metragens premiados, além de novelas e séries exibidas por emissoras e plataformas como Globo, Record e HBO.
Luísa também atua como cantora em bandas musicais e como performer e apresentadora em importantes festivais e eventos culturais, tendo sido reconhecida em edições do Prêmio Braskem de Teatro e premiada no Festival Jericoacoara Cinema Digital. Sua chegada a Los Catedrásticos marca um encontro potente entre tradição e renovação.
Criado em 1989, o grupo Los Catedrásticos construiu uma trajetória marcante no teatro brasileiro, com espetáculos que conquistaram público e crítica ao longo das décadas. Nesta nova temporada, quase todo o elenco original retorna aos palcos, com Jackson Costa e Maria Menezes, agora reforçados por Zéu Britto e Luísa Prosérpio, sob direção de Paulo Dourado e produção de Socorro de Maria e Vitor Alves.
O tema central segue sendo a música — paixão inquestionável dos baianos. Com sua tradicional verve crítica e humor inteligente, o espetáculo mergulha nas letras das canções mais populares de gêneros como axé, pagode, sertanejo, arrocha, samba-reggae e, nesta nova versão, também o funk, transformando esses repertórios em uma análise provocativa, divertida e absolutamente única sobre os caminhos da cultura brasileira contemporânea.
Com performances impecáveis, crítica social afiada e muitas gargalhadas, “Los Catedrásticos – Macetando o Apocalipse” reafirma sua relevância no cenário cultural e celebra o encontro entre gerações, tendo na estreia de Luísa Prosérpio um de seus momentos mais simbólicos e potentes.

