Luiz Caldas e Saulo falam sobre show voz e violão na Concha Acústica

    Em em entrevista ao bahia.ba, os artistas enfatizaram que o público foi além do esperado.

    Foto: Vitor Silva/bahia.ba

    Em uma noite mágica, repleta de surpresas e clássicos inesquecíveis, a segunda edição do show acústico “Luiz Caldas & Saulo” encantou o público na Concha Acústica do Teatro Castro Alves. Os artistas celebraram a música nacional diante de uma plateia entusiasmada que superou todas as expectativas. Com ingressos esgotados, o evento intimista reuniu diversas gerações que cantaram e se emocionaram do começo ao fim.

     

    Foto: Vitor Silva/bahia.ba

     

    Em entrevista ao bahia.ba, Saulo compartilhou sua expectativa em relação ao público. “A gente sempre espera as melhores coisas, sobretudo do público de Salvador e, sendo a Concha Acústica, ainda mais”, destacou. Ele recordou a primeira edição do show, realizada no ano passado, e expressou surpresa com a intensidade do público desta vez: “Foi melhor, superou toda expectativa, foi um público mais exposto”.

    Um dos momentos mais marcantes da noite ocorreu quando os artistas trouxeram convidados especiais: Raul (pandeiro), Ivan (flauta) e Daniel (sanfona) se juntaram a eles para apresentar a clássica “Zanzibar”, um dos hinos do Carnaval. Saulo descreveu essa participação como algo que “deu um molho gostoso” ao evento, acrescentando: “Foi um dia mágico pra todo mundo, a gente está super feliz, foi lindo, muito grato a todo mundo que veio e confiou”.

    A surpresa continuou quando Durval Lélys subiu ao palco, unindo-se a Saulo e Luiz Caldas em uma performance inesquecível, interpretando sucessos como “Haja Amor”, “Não Tem Lua”, “Porto Seguro”, “Circulou” e “Chame Gente”.

     

    Foto: Vitor Silva/bahia.ba

     

    Ao bahia.ba Luiz Caldas também celebrou a participação de Durval, enxergando o momento como uma grande homenagem à música nacional. “A gente tem essa preocupação de mostrar o que a gente tem, um pouco do cancioneiro geral, toda a força que nós temos na Bahia musicalmente, mas com esse tempero não só baiano, mas nacional”, afirmou o icônico artista, conhecido como o pai do axé. 

      

    Foto: Vitor Silva/bahia.ba