Oh Polêmico grava primeiro audiovisual e celebra 11 anos de carreira em Salvador

    Projeto reúne 14 faixas e participações de artistas como Pocah, Psirico e MC GW

    Foto: Reprodução/Redes Sociais @ohpolemicooficial

    O cantor de pagode baiano Oh Polêmico vive um momento marcante na carreira. Nesta quarta-feira (15), o artista grava seu primeiro audiovisual, intitulado “V!be do Polly”, em comemoração aos 11 anos de trajetória musical. O projeto, registrado no SAL Bar de Praia, em Salvador, deve reunir 14 faixas, sendo 12 inéditas e seis colaborações com grandes nomes da música nacional.

    Em conversa com a reportagem do Bahia.ba, o artista falou sobre o sentimento de gravar o projeto em Salvador:

    “É um sentimento muito bom, estou muito feliz com a realização. Eu vou estar comemorando com meus amigos, com minha família, o pessoal da minha equipe. Eu estou certo de que quando acabar esse audiovisual aí vai estar todo mundo com aquela energia lá em cima. É só comemorar, estou muito feliz, é muito importante para mim”, declarou.

    Entre os convidados, estão Pocah, J. Esquine, Bruno Magnata, MC GW e Psirico. Segundo Oh Polêmico, os feats foram pensados para mostrar a versatilidade do pagodão e sua mistura com outros ritmos populares, como funk e arrocha.

    “São artistas gigantes, tenho certeza que vão somar bastante na minha vida, são meus amigos. Estou muito feliz e ansioso para entregar tudo. As músicas são muito boas e tenho certeza que vão fazer muito barulho nesse verão”, contou o cantor.

    Polly também comentou a parceria com J. Esquine, que já foi lançada. “Eu já queria lançar uma música nesse formato e ele também queria fazer parte do pagodão, então a gente fez essa junção de pagode com arrocha e deu muito bom. A música fala por si só, tem uma vibe incrível e tenho certeza que vai ser um hit no Carnaval”, afirmou.

    Escolha dos looks

    Responsável pelos figurinos do projeto, o stylist Mateus Latreal contou que a proposta foi traduzir a essência de Oh Polêmico e da cultura periférica nas produções.

    “Polly hoje em dia é um artista que transita muito entre os estilos que vêm da cultura periférica. Ainda mais com ele tendo iniciado sua carreira no funk, que também é uma das bases principais do streetwear no Brasil e na cultura. Tentamos trazer pra cada look uma personalidade que se conecta com cada bloco de músicas. Rosa, verde, que já são cores características do projeto, e também cores como marrom e vermelho, que vão complementar as cores principais”, disse.

    Latreal também destacou um elemento indispensável para comunicar a baianidade através do estilo. “Crochê. Remete muito às raízes baianas”, concluiu.

    Foto: Rafael Cerqueira/Assessoria