A partir de novembro, quatro das plataformas mais influentes da cultura preta no Brasil e no mundo se unem em uma turnê inédita que celebra a força da arte e da criatividade negra contemporânea.
YOLO (Rio de Janeiro), AfroBaile (Salvador), Africanize (Brasil e Nigéria) e Everyday People (Nova York) criam juntas uma experiência que conecta Brasil, África e diáspora. A proposta nasce de um gesto coletivo de celebração da criatividade periférica, da beleza afrocentrada e da potência das vozes negras que transformam a cena.
“Essa turnê nasce do desejo de nos vermos, reconhecermos e celebrarmos juntos. Cada uma dessas plataformas carrega um pedaço da história da música negra, e nosso encontro é de potências, linguagens e memórias que reafirmam a cultura preta como força criativa global.”
Mais do que festas, as edições propõem um intercâmbio de experiências e estéticas entre artistas, produtores e públicos que constroem, dia após dia, o presente e o futuro da música preta. A iniciativa valoriza talentos nacionais, impulsiona novas economias criativas e amplia a circulação dessas expressões por diferentes territórios.
A programação começa em Salvador, no dia 7 de novembro, com um palco histórico no Pátio da Ordem Terceira, no Pelourinho. Depois, segue para São Paulo, no dia 19 de novembro, no Espaço Usine. Encerrando a trilogia, o evento desembarca no Rio de Janeiro, em 20 de novembro, no G.R.E.S. São Clemente.
Em cada cidade, o público poderá vivenciar shows, DJs, moda e experiências diversas que dão vida à iniciativa. No line-up, nomes como O Kanalha, Rom Santana, Afrocidade, Tamy, Wil Ow, Luna, U Miranda, Vitória Nicolau, Jimmy Jay e Everyday People DJs, além de participações especiais e coletivos locais.
“Essa turnê inaugura um novo tempo para a música preta. É um chamado para dançar, pensar e sentir o poder da nossa história em movimento. É sobre fazer circular afeto, reconhecimento, oportunidade e futuro. O que vem das nossas comunidades move o mundo. Quando a gente ocupa esses espaços com nossa música, nossa estética e nossa visão, contamos nossa história — do nosso jeito, com a nossa voz.”

