FIFA: Imbróglio na CBF pode atrapalhar favoritismo do Brasil para sediar Copa do Mundo Feminina

    Entidade não reconhece os atos do interventor José Perdiz, presidente licenciado do STJD e nomeado pela Justiça, como responsável pela CBF

    Foto: Thais Magalhães / CBF

    O Brasil pode perder o favoritismo para sediar a Copa do Mundo Feminina em 2027 após intervenções na Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A candidatura foi apresentada em abril antes de Ednaldo Rodrigues ser afastado da presidência da entidade. 

    A Fifa não reconhece os atos do interventor José Perdiz, presidente licenciado do STJD e nomeado pela Justiça, como responsável pela CBF.                         

    Em janeiro é esperada a vinda de uma comitiva da Fifa e de representantes da Conmebol para supervisionar uma iminente eleição para a escolha de um novo mandatário. 

    O que “corre” nos bastidores da Fifa é que um eventual ambiente de insegurança jurídica pode afetar as chances brasileiras na disputa como país-sede da Copa Feminina, devido a competições como essas envolver altos investimentos de patrocinadores.

    A sede da Copa do Mundo Feminina será anunciada em maio.