Jogador da seleção compara Neymar a Messi e Cristiano Ronaldo ao rebater críticas

    Volante do Brasil afirmou que admiração pelo camisa 10 não diminui a responsabilidade do elenco e comparou sua importância à de outros craques

    Foto: Divulgação/FIFA


    O volante Bruno Guimarães saiu em defesa da Seleção Brasileira após críticas de que os jogadores estariam transferindo a responsabilidade para Neymar durante a Copa do Mundo. Em entrevista ao ge, o meio-campista afirmou que a admiração pelo camisa 10 não significa falta de liderança ou comprometimento do restante do elenco.

    Segundo Bruno, Neymar é uma referência para toda a geração atual de atletas brasileiros por tudo o que construiu ao longo da carreira. “O Neymar é um ídolo da nossa geração. Assistíamos o Santos, o Barcelona, o PSG. Ele é referência e liderança do nosso país, o principal jogador, já representou muito o nosso nós.”

    Igual a Messi e Cristiano?

    O volante comparou a situação à relação dos jogadores da Argentina com Lionel Messi e dos portugueses com Cristiano Ronaldo, destacando que reconhecer a importância de um craque não significa deixar de assumir responsabilidades dentro de campo. “Se você perguntar para todos os jogadores da Argentina, assim como o Messi é para a Argentina e em Portugal com o Cristiano, estava vendo as entrevistas com todos os jogadores falando que queriam ter o Cristiano Ronaldo, então. isso não quer dizer que você não assuma a responsabilidade, você apenas quer ganhar com seus ídolos“,  disse o volante.

    Bruno também criticou interpretações de que a Seleção estaria excessivamente dependente do camisa 10, que segue em recuperação física e ainda não estreou no Mundial. “Eu vejo muita gente querendo colocar um negócio contra a Seleção Brasileira. É muito mais fácil falar que a gente não se garante, mas não tem nada a ver.

    Nesta terça-feira (16), Neymar correu de tênis no gramado e chegou a realizar alguns movimentos com bola, mas não tem retorno confirmado para a fase de grupos da Copa do Mundo. A tendência é que a comissão técnica adote cautela máxima para evitar qualquer agravamento da lesão do atacante.