Defesa das vítimas de Almiro Sena vê ‘retrocesso’ em decisão de domiciliar

    “A prisão era uma forma de mostrar que a justiça estava sendo feita", afirmou a advogada ao bahia.ba

    Foto: Time Bless/ CC | EBC

    Representante de defesa das mulheres que acusam o ex-promotor Almiro Sena de assédio sexual, a advogada Maria Cristina Carneiro Lima afirmou que a Justiça retrocedeu quando permitiu que o acusado mudasse o regime de prisão.

    “A prisão era uma forma de mostrar que a Justiça estava sendo feita. Essa decisão foi um retrocesso, até pela rapidez com que foi proferida”, reclamou, em entrevista ao bahia.ba.

    Ainda de acordo com a defensora, com Almiro Sena em casa, “as vítimas ficam mais inseguras”. “Causa um medo, elas ficam mais preocupadas”, descreveu.

    Contrário à mudança de regime, o Ministério Público, de acordo com a advogada, poderá recorrer da decisão.