Delação deve reduzir pena de Cid, mas militar não terá perdão total

    Apesar da lei permitir o perdão, envolvidos na delação apontam como improvável

    Foto: Lula Marques/Agência Brasil

    Após homologar uma delação premiada, o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), Mauro Cid, poderá ter sua pena reduzida, mas o perdão total pelos crimes admitidos não é uma possibilidade. Isso é o que informaram pessoas envolvidas no acordo de delação, à coluna de Guilherme Amado, no portal Metrópoles.

    Conforme a publicação, no caso de delação bem-sucedida a lei estabelece que o delator poderá ter perdão judicial, redução de até dois terços da pena privativa de liberdade ou substituição por uma pena restritiva.

    Apesar do leque de possibilidades, é improvável o perdão total a Cid, mas, de qualquer forma, a decisão final será do Supremo Tribunal Federal (STF), onde o relator do caso é o ministro Alexandre de Moraes.