Desembargadora Nágila Brito é empossada como imortal da Abrasci

    Doutora em Direito das Relações Sociais pela PUC-SP e mestre em Direito Econômico pela Universidade Federal da Bahia (UFBA)

    Foto: Divulgação / TJ-BA

    A desembargadora Nágila Maria Sales Brito, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), foi empossada como acadêmica e imortal da Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura (Abrasci). A solenidade ocorreu na terça-feira (22) e integrou a programação do evento “Bahia, Berço da Liberdade – Heróis da Consolidação da Independência do Brasil”, promovido pela organização.

    Doutora em Direito das Relações Sociais pela PUC-SP e mestre em Direito Econômico pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), a magistrada se destaca, conforme a publicação, pela dedicação, excelência e compromisso com o enfrentamento das desigualdades de gênero à frente da Coordenadoria da Mulher do TJ-BA.

    Em discurso, Nágila Brito ressaltou o compromisso com as mulheres baianas, com ênfase no fortalecimento das políticas públicas e na ampliação do acesso à Justiça. “Este evento é a celebração do compromisso coletivo com a cidadania, com a justiça e com o bem comum. Reconhecer essas trajetórias é valorizar aqueles que diariamente ajudam a transformar a sociedade e fortalecer as instituições”, afirmou a desembargadora.

    Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura

    Fundada em 1910, a Abrasci é uma entidade cultural sem fins lucrativos que tem como missão a preservação, valorização e difusão da memória nacional, da ciência, das artes, da história e da literatura do Brasil. O título de imortal, concedido a profissionais de destaque e de reconhecida contribuição à sociedade, simboliza a permanência do legado dessas personalidades na história da instituição.

    O evento teve como temática central a participação decisiva da Bahia na consolidação da Independência do Brasil. Reunindo representantes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, integrantes das Forças Armadas, acadêmicos, servidores, homenageados e membros da sociedade civil, a cerimônia relembrou a contribuição das mulheres nas lutas pela Independência, como Maria Quitéria de Jesus e Maria Felipa de Oliveira, além da relevância de cidades baianas nesse processo histórico, entre elas Salvador, Cachoeira, Santo Amaro, São Francisco do Conde e Itaparica.

    De acordo com o TJ-BA, a programação englobou ainda a entrega de títulos a personalidades em reconhecimento às suas trajetórias, liderança e relevantes contribuições à sociedade, à cultura, à comunidade e a diferentes áreas de atuação. Foram entregues as comendas Homens de Honra e Mérito, Mérito Feminino e Tereza de Benguela.