Prefeito de Correntina é investigado por contratação e autopromoção

    Apuração foca em supostas ilegalidades cometidas no pregão eletrônico organizado pela gestão municipal durante o exercício financeiro de 2025

    Foto: Reprodução/Instagram

    Suspeitas de contratação direta irregular e de promoção pessoal com dinheiro público motivaram a abertura de um inquérito civil contra o prefeito de Correntina, no oeste baiano, Walter Mariano Messias de Souza, conhecido como Mariano Correntina (União Brasil). A apuração foca em supostas ilegalidades cometidas no pregão eletrônico organizado pela gestão municipal durante o exercício financeiro de 2025. A decisão consta na edição desta terça-feira (29) do Diário do Ministério Público Federal Eletrônico.

    De acordo com o MPF, a investigação parte de uma representação que apontou desvios nas regras de licitação e o uso indevido de atos administrativos para autopromoção do gestor. A investigação busca analisar o processo de escolha da empresa vencedora e verificar se houve favorecimento ou prejuízo aos cofres públicos.

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    As práticas investigadas violam os princípios constitucionais da administração pública, como a impessoalidade, a moralidade e a necessidade de ampla concorrência nas compras promovidas pelo poder público.

    Caso os abusos sejam confirmados, o prefeito poderá responder a uma ação civil pública por atos de improbidade administrativa, ficando sujeito a sanções e ao ressarcimento do erário.