STJ autoriza mulher a mudar nome para não lembrar de abandono paterno

    É o primeiro precedente de autorização de modificações por questão psicológica

    Foto: Divulgação/STJ

    Uma mulher que se chamava “Ana Luisa” foi autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) a retirar o prenome de seu registro civil para não lembrar do abandono paterno.

    Segundo informações da coluna Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, a mulher justificou que  “Ana” tinha sido escolhido por seu pai, que depois a abandonou, deixando a lembrança causando grande sofrimento.

    Apesar de a lei de registros públicos impedir a mudança de nome, por segurança jurídica, a corte interpretou a regra e concordou com o pedido. É o primeiro precedente de autorização de modificações por questão psicológica.