Papa Francisco deixa legado de inovações em sua condução na Igreja Católica

    Religioso sempre demonstrou ser aberto ao diálogo e ao acolhimento

    Foto: Divulgação/Vatican News

    Jorge Mario Bergoglio, o papa Francisco, morreu nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (21), aos 88 anos. Nos 12 anos à frente da Igreja Católica ele deixou um legado de transformações que ficarão eternizadas.

    O religioso sempre demonstrou ser aberto ao diálogo e ao acolhimento. Se pronunciou firmemente e diversas vezes acerca da relação da Instituição com assuntos ambientais, de inclusão, da atenção com a comunidade LGBTQIA+ e do aborto. O papa foi o único a acolher e apoiar casais homossexuais. “Homossexuais são filhos de Deus e têm direito a uma família”, declarou.

    No ano de 2023, o Vaticano permitiu, por meio de Documento, que padres realizassem cerimônias religiosas para casais do mesmo sexo, além de proibir religiosos de banir a entrada “de pessoas em qualquer situação em que possam procurar a ajuda de Deus através de uma simples bênção”, disse o papa, que dedicou mais de 70 anos à Igreja Católica, aos menos favorecidos e à pessoas em estado de vulnerabilidade.