7 de Setembro: Jerônimo imita Lula e reforça campanha pelo ‘Brasil Soberano’

    Governador da Bahia utilizou um boné com mote da campanha, assim como foi distribuído em Brasília

    Foto: Amanda Ercília/GOVBA

    Imitando o governo Lula (PT), o governador Jerônimo Rodrigues, do mesmo partido do presidente, posou no palanque oficial no Campo Grande, no último domingo, 7, dia em que se celebra a Independência do Brasil, com o mote “o Brasil é dos brasileiros”. 

    A frase emblemática foi utilizada pelo chefe do Executivo em boné, assim como foi distribuído na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, antes do desfile cívico da data magna. 

    Veja

     

    Neste ano, o governo federal escolheu estampar na Esplanada o mote “Brasil Soberano” em meio a guerra comercial com os Estados Unidos (EUA), anunciada pelo presidente Donald Trump, depois do tarifaço de 50% nas exportações brasileiras.

    “Brasil Soberano”

    A campanha adotada pelo governo Lula (PT) foi iniciada depois das sanções impostas pelo governo americano contra o país. Desde então, o Brasil vem adotando algumas medidas para reforçar a soberania da nação.

    Nesse sentido, o governador Jerônimo Rodrigues aproveitou a coletiva de imprensa para relembrar que a história discriminou e não incluiu nomes importantes da luta pela soberania nacional à época. 

    “Muitas vezes, apenas algumas pessoas escolhidas pela elite aparecem na história brasileira. Mas é importante também dizer que, em outros momentos, pude participar, no 7 de Setembro, do Grito dos Excluídos, uma manifestação popular que reivindica justamente isso”, reforçou.

    O gestor deseja que as gerações futuras possam garantir às crianças e jovens a preservação da memória da independência do Brasil. 

    “Na condição de governador, acredito que a nossa presença deve contribuir para estabelecer um ambiente de paz e tranquilidade, permitindo que o Brasil se mantenha em uma posição soberana e autônoma, especialmente em relação aos Estados Unidos, que neste momento desvirtua procedimentos tradicionais das relações internacionais”, comentou Jerônimo, em referência à recente divergência entre Lula e o presidente Donald Trump.