‘A Bahia é polo de grandes eventos’, diz secretário na abertura da Bienal do Livro

    Titular da Cultura, Bruno Monteiro destaca força da economia criativa e investimento em leitura

    Foto: Raquel Franco/ bahia.ba
    Foto: Raquel Franco/ bahia.ba

     

    O secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, celebrou o início da Bienal do Livro 2026, em Salvador, e afirmou que o estado vem se firmando como um polo de realização de grandes eventos em toda a sua diversidade.

    “Isso fica evidente, como já mostramos no Carnaval, no São João, na Bienal e nas feiras literárias, revelando nossa capacidade e versatilidade de acolher, receber e realizar eventos de diferentes portes”, pontuou, nesta quarta-feira (15), no Centro de Convenções de Salvador, onde o evento acontece.

    “Esse movimento também contribui para divulgar ainda mais o potencial que a Bahia tem. Queremos sempre receber, acolher e realizar novos eventos — grandes, mas também médios — porque tudo isso, além de promover grande circulação, fortalece a economia criativa como um polo essencial para o desenvolvimento econômico e para a geração de emprego e renda no nosso estado, que vem se consolidando cada vez mais”, acrescentou.

    Segundo o titular da Cultura estadual, a Bahia também tem buscado ampliar os indicadores relacionados à educação, destacando a importância do incentivo à leitura para crianças.

    “É com muita satisfação que a Bahia, estado que mais investe em eventos literários no Brasil, abre hoje a maior edição da Bienal do Livro, tornando-se, até o próximo dia 21, a capital brasileira da literatura. Trata-se de um ambiente de integração entre diferentes públicos e gerações, que se encontram por meio do livro e de todas as suas possibilidades”, afirmou.

    De acordo com Bruno Monteiro, já são mais de 100 feiras literárias realizadas em todo o estado, aquecendo o mercado editorial baiano.

    “Esse movimento promove uma grande valorização, tanto ao incentivar novos escritores quanto ao fortalecer o mercado editorial. Pessoas que já escrevem há anos, em diferentes formatos e plataformas, encontram espaço nesse cenário. O que buscamos é afirmar, cada vez mais, a Bahia como um estado literário”, concluiu.