A mina de Itagibá, uma pedida de US$ 880 milhões

    Ela começou a operar em 2009 e só parou em março de 2016 por problemas de mercado

    Diz Alexandre Brust, presidente da Companhia Bahiana de Pesquisas Minerais (CBPM), que a mina de níquel de Mirabela, em Itagibá, pertencente ao grupo inglês Appian Capital, vai voltar a operar normalmente no primeiro trimestre do próximo ano.

    — Lá foram investidos oitocentos e oitenta milhões de dólares (US$ 880 milhões). Ela começou a operar em 2009 e só parou em março de 2016 por problemas de mercado, mas é viabilíssima.