A primeira armadilha contra Tabata Amaral já está pronta em São Paulo, diz coluna

    Adversários de Tabata Amaral montaram a primeira estratégia para inviabilizar a candidatura da parlamentar do PSB à Prefeitura de São Paulo

    Foto: Luís Macedo/Agência Câmara

    De acordo com a coluna de Guilherme Amado no Metrópoles, aflorar a polarização política na cidade de São Paulo é a principal estratégia dos adversários de Tabata Amaral na disputa pela Prefeitura. Os envolvidos no processo eleitoral afirmam que a parlamentar do PSB não conseguirá viabilizar sua candidatura em meio ao cenário político conflagrado.

    A coluna aponta que no espectro à direita, a eleição paulistana terá os deputados Kim Kataguiri e Ricardo Salles, que ainda não têm o aval de seus partidos para concorrer ao cargo. O prefeito Ricardo Nunes busca a reeleição e tenta construir um elo com Jair Bolsonaro para assegurar os votos dessa fatia do eleitorado. Já o deputado Guilherme Boulos, do PSol, será o apadrinhado de Lula.

    Ainda segundo o Metrópoles, mais ligada à centro-esquerda, Tabata quer explorar a imagem do vice-presidente, Geraldo Alckmin. Ela ficou na terceira posição na pesquisa Datafolha feita em agosto, atrás de Boulos e de Nunes.

    A coluna também acrescenta que os adversários da pessebista apostam que ela perderá votos por não conseguir defender posicionamentos de centro na eleição. Na visão de outros candidatos, Tabata sofrerá do “efeito Ciro Gomes” e sairá da eleição municipal menor do que entrou.