ACM vira personagem de ficção na caneta afiada de Fernando Vita

    Causos de um jornalista

    Frase da vez

    “Devemos lembrar que a ficção não significa falsidade”

    Arthur Helps, escritor inglês (1813-1875)

    Foto: Jane de Araújo/Câmara dos Deputados
    Foto: Jane de Araújo/Câmara dos Deputados

     

    Certa vez perguntei a ACM o que ele achava de ser insubstituível. A resposta foi tipo curta e caceteira:

    — Insubstituível uma zorra! E o que você acha que eu faço todo dia dia e noite? Brigando contra os que querem me substituir. E tem um monte!

    — Desculpe. Insubstituível, não. Inigualável.

    Pensou um pouquinho….

    — Admito que existem os inigualáveis. Se você me inclui, problema seu.

    Pois Fernando Vita, hoje conselheiro do TCM, mas jornalista de ofício que sempre gostou de contar boas histórias agora resolveu embolar realidade e ficção. Ele, que foi secretário da imprensa de ACM, com quem conviveu de perto, criou um prefeito na fictícia Todavia que quer imitar ACM.

    Hilariante

    Vita já vai para o quinto livro. O último: “O avião de Noé – uma Hilariante Historia de Inventores Impostores Escritores e Outros Malucos de Modo Geral”.

    Agora tem no prelo, também pela Geração Editorial: “A República dos Mentecaptos – uma hilariante história de mandriões, cortesãs, espertalhões e certos valdevinos de modo geral”.

    Diz Vita que os personagens são reais, alguns deles ainda vivos, ‘outros mais do que vivos’. E que o romance é quase uma autobiografia ficcional, que vai da imaginária Todavia, passa pela Cidade da Bahia e anda por Lisboa, Paris e Roma. A viagem é diversão garantida.