Aleluia defende anistia e diz que condenação de Bolsonaro foi política

    "Para reestabelecer a paz política do Brasil e acabar com o radicalismo, tem que caminhar para a anistia", afirmou o pré-candidato

    Foto: Reprodução/PolitiQuestion

    O pré-candidato ao governo da Bahia, José Carlos Aleluia (Novo), classificou como “política” a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e defendeu a anistia como caminho para reduzir o radicalismo no país.

    As declarações foram feitas nesta segunda-feira (15), durante entrevista ao bahia.ba e ao podcast PolitiQuestion, na estreia da parceria entre os dois veículos.

    “Uma condenação política, um julgamento político. Para reestabelecer a paz política do Brasil e acabar com o radicalismo, tem que caminhar para a anistia. É inevitável fazer anistia. Não é bom o presidente estar ausente da urna. Se ele for candidato, estaria bonito”, afirmou Aleluia.

    O ex-deputado federal também avaliou o potencial político de Bolsonaro nas eleições de 2026. “Ninguém pode prever o que vai acontecer, mas uma coisa é certa: Bolsonaro terá uma grande vitória, fará uma grande bancada no Senado e elegerá muitos governadores. O governador de São Paulo já anunciou que, se eleito presidente, vai anistiá-lo, qualquer candidato que não seja Lula.

    Aleluia afirmou que Lula estaria com medo de enfrentar Bolsonaro em 2026 e por isso estaria trabalhando contra a pauta da anistia. “Lula está com medo de enfrentar Bolsonaro na urna, não vai querer anistiar e está trabalhando contra”, disse.