Aliado de Flávio Bolsonaro culpa ChatGPT por ‘erros’ em carta golpista

    Paulo Figueiredo afirma que inteligência artificial inseriu brasão antigo e que proclamou Flávio Bolsonaro presidente, a primeira versão da carta golpista

    Foto: Reprodução/Redes Sociais

    O jornalista Paulo Figueiredo, aliado do candidato derrotado à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), atribuiu à inteligência artificial (IA) os erros identificados na carta divulgada pelo político. A declaração foi feita nesta quinta-feira (29), nas redes sociais.

    Segundo Figueiredo, o ChatGPT teria inserido na carta com teor golpista um brasão antigo com a inscrição “Estados Unidos do Brazil”, escrevendo Brasil com a letra ‘Z’, que é utilizado por estrangeiros. O jornalista disse ter achado “engraçado” e que não sabia explicar a escolha feita pela IA.

    “Por que o ChatGPT escolheu um brasão antigo da época em que Brasil se escrevia com Z, eu não sei. Mas nós achamos muito engraçado”, afirmou Paulo na rede social X.

    Paulo comenta as duas cartas divulgadas

    Paulo Figueiredo também afirmou que uma das versões da carta continha a expressão que gerou questionamentos, mas justificou as alterações pela participação de diferentes pessoas na elaboração do texto. Segundo ele, “uma carta que expressa uma realidade tão complexa passa por várias versões, com a contribuição intelectual de mais de uma pessoa”.

    Figueiredo acrescentou que a versão final utilizaria a expressão “verdadeiro líder”. Ainda de acordo com Paulo Figueiredo, a inteligência artificial teria alterado a carta de Flávio Bolsonaro e que na segunda versão encaminhada à imprensa, o brasão já aparecia corrigido, com a identificação “República Federativa do Brasil” e se chamando de “líder do Brasil”.