Antônio Lins tasca o epigrama do Sarney

    José Sarney acumula aposentadorias, enquanto milhões de brasileiros comem o pão que o diabo amassou e ainda sofrem ameaça de uma reforma da Previdência Social

    Em tempo de crise, o país em recessão, milhões de brasileiros comendo o pão que o diabo amassou e amargando a ameaça de uma reforma da Previdência Social que só atinge pobre, José Sarney, condenado por receber valores além do teto constitucional desde 2005, acumulando aposentadorias de ex-presidente, governador, deputado estadual e federal, senador e ex-servidor do Tribunal de Justiça do Maranhão, trava batalha judicial para manter as aposentadorias, que lhe rendem R$ 73 mil mensais.

    O poeta Antônio Lins tascou o epigrama:

    Político e sempre graúdo,

    De moço a quase senil

    Do Brasil tem tido tudo!

    Nada tem dado ao Brasil!