Após tuíte, chefe de gabinete de Túlio Gadelha pede demissão, diz coluna

    No último sábado (21), Gadelha declarou apoio à candidata do PT à Recife, Marília Arraes

    Reprodução: Instagram

    O chefe de gabinete do deputado federal Túlio Gadelha, do PDT de Pernambuco, pediu demissão após Gadelha afirmar que a campanha do PSB havia procurado seu chefe de gabinete para negociar seu silêncio no segundo turno. Rafael Bezerra, que trabalhava com Gadelha desde agosto de 2019, negou que o fato tenha ocorrido. A informação é da coluna de Guilherme Amado, da revista Época.

    No último sábado (21), Gadelha declarou apoio à candidata do PT à Recife, Marília Arraes, contrariando seu partido, o PDT, que detém o posto de vice na chapa de João Campos, do PSB.

    Neste domingo (22), Gadelha publicou em uma rede social:

    “Meu chefe de gabinete foi procurado pela coordenação da campanha do PSB no Recife. Disse que eles estavam querendo ‘negociar o meu silêncio’ nesse segundo turno. Dá para acreditar?! Me senti testemunha de um crime”.

    Pouco depois, Rafael Bezerra afirmou ter recebido a publicação de Gadelha com “grande consternação e tristeza” e negou que tenha sido procurado.

    “Ainda que os elementos da comunicação estejam suscetíveis a ruídos, afirmar algo que nunca aconteceu fere o que poderia se considerar contornável mesmo dentro do que conhecemos como ‘jogo político'”, afirmou o chefe de gabinete.

    Ele ainda disse que a publicação de Gadelha foi “uma tentativa de exposição quase vil” e que continuará no PDT.