Publicado em 22/04/2019 às 16h15.

Base ‘cochila’ e oposição dispara críticas à SMS na Câmara

Entre os governistas que ocuparam a tribuna, somente Sérgio Nogueira (PSDB) levantou um discurso mais inflamado em defesa da gestão municipal

Breno Cunha
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Foto: Breno Cunha / bahia.ba

 

A gestão do prefeito ACM Neto (DEM) novamente ficou desprotegida na sessão da Câmara desta segunda-feira (22), com o protesto dos agentes de saúde.

A categoria pede o cumprimento do piso nacional, fixado em R$ 1.250, e reconhecimento como parte da equipe de saúde do município.

Depois do discurso de Marcos Sampaio, conselheiro de saúde de Salvador, com críticas à gestão do secretário Luiz Galvão, na tribuna popular, diversos vereadores de oposição passaram a fazer críticas à pasta.

Aladilce Souza (PCdoB) chegou a dizer que ele foi convocado pela Câmara. Galvão estará na Casa na quarta (24), mas não foi aprovada nenhuma convocação.

Entre os governistas que ocuparam a tribuna, somente Sérgio Nogueira (PSDB) levantou um discurso mais inflamado em defesa da gestão municipal.

“O prefeito teve a coragem de fazer um hospital municipal, mais ninguém teve em dezenas de anos”, falou, entusiasmado.

Diferente do que ocorreu em outras sessões, quando a administração municipal também foi alvo dos oposicionistas, o líder do governo, Paulo Magalhães Jr. (PV), não articulou para derrubar a sessão por falta de quórum.

Marta Rodrigues (PT), Sidninho (Podemos) e Marcos Mendes (PSOL) foram alguns que criticaram veemente a SMS. Alex Mine (DEM), da base, se solidarizou com os manifestantes.

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