Bolsonaro cobrou ministros por apoio: ‘Luta pelo poder continua a todo vapor’

    O chefe do Executivo disse não ter neurose, mas o campo estava fértil para aparecer uns "porcaria", "levantando a bandeira do povo"

    Foto: José Cruz/Agência Brasil

    Durante a polêmica reunião de 22 de abril, o presidente Jair Bolsonaro também cobrou seus ministros por apoio político. O chefe do Executivo federal disse não ter neurose, mas o campo estava fértil para aparecer uns “porcaria”, “levantando a bandeira do povo”.

    “Não é apenas cuidar do seu ministério. É tratar da questão política também. A luta pelo poder continua a todo vapor”, disse Bolsonaro.

    As imagens, divulgadas nesta sexta-feira (22) pelo ministro Celso de Mello, mostram ainda o presidente dizendo que, numa eventual abertura de impeachment, ele não colocaria “o rabo entre as pernas”.

    Bolsonaro criticou a repercussão de sua presença no ato inconstitucional do dia 19 de abril, que pedia o fechamento do Supremo Tribunal Federal e do Congresso Nacional, além da reedição do Ato Institucional número 5. Segundo ele, é “frescura” e “babaquice”, e o artigo 142 da Constituição Federal assegura o comando das Forças Armadas à Presidência da República.