Brasileiro tem o direito de ver vídeo de reunião de Bolsonaro, diz ministro do STF

    Gravação de reunião ministerial de 22 de abril integra inquérito que apura se houve interferência indevida na PF

    Foto: Nelson Jr/STF

    Foto: Nelson Jr/divulgação STF

    Foto: Nelson Jr/divulgação STF

    Exibido nesta terça-feira para os responsáveis pelo inquérito que apura se houve interferência indevida na Polícia Federal, o vídeo com a gravação da reunião ministerial de 22 de abril deveria ser divulgado ao público. O entendimento, segundo a a coluna Radar, da revista Veja, é do ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélo de Mello.

    O vídeo foi exibido nesta terça-feira (12), apenas para os envolvidos na investigação. Assistiram à gravação delegados da Polícia Federal, procuradores da Procuradoria Geral da República, o advogado-geral da União – que representa o presidente Jair Bolsonaro, que é investigado -, o outro investigado, o ex-ministro Sérgio Moro, e advogados que o representam.

    “Eu sou favorável à publicidade em um sentido maior, inclusive. O contribuinte tem direito de saber dos pecadilhos de quem os governa”, afirmou o Marco Aurélio Mello. O relator do caso, o decano do STF Celso de Mello, é quem vai decidir se o vídeo se tornará público.