Bruno diz que eventual apoio do PL em 2024 não será pautado por ‘toma lá, dá cá’

    ‘A nossa lógica na política é diferente da lógica de outros gestores’, afirmou o prefeito de Salvador

    Foto: Reprodução / Redes sociais

    Assim como João Roma (PL), que negou a existência de barganha de cargos em torno de um possível apoio do PL à reeleição de Bruno Reis (UB) à Prefeitura de Salvador em 2024, o chefe do Executivo municipal também descartou que a aproximação com o partido esteja atrelada a eventual espaço para quadros da sigla em um segundo mandato.

    “A nossa lógica na política é diferente da lógica de outros gestores. Então, não é troca de cargos, não é balcão de negócios, não é toma lá, dá cá. Com nenhum dos meus parceiros políticos ocorre dessa forma”, afirmou o gestor municipal, nesta sexta-feira (27), em resposta ao bahia.ba, durante coletiva evento que marca a assinatura dos convênios entre a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis na Bahia (ABIH-BA) e a Salvador Destination.

    Em referência à recente agenda com a cúpula do PL no Palácio Thomé de Souza, o prefeito garantiu que as conversas não incluíram negociações por espaço na gestão municipal e afirmou que uma eventual parceria seria pautada no “desejo de ver a cidade avançar” e em pautas comuns.

    “Não tratamos de cargos. O que pode nos unir no futuro é o desejo de ver a cidade avançar, de construir uma cidade cada vez melhor e de pautas que nós pensamos iguais, que é a questão da liberdade econômica e de facilitar a vida de quem quer empreender. De redução de tributos, conjunto de estímulos e incentivos fiscais”, disse o prefeito de Salvador.

    “Eles trouxeram boas ideias, estou absorvendo essas boas ideias e estou mandando esse pacote de medidas pra aprovação da Câmara Municipal”, acrescentou Bruno sobre as contribuições apresentadas pela comitiva do PL. Segundo ele, por serem ideias parecidas com as suas, elas facilitam o “entendimento e a possibilidade de uma parceria futura”.