Bruno Reis minimiza preocupação do PT com voto ‘Neto-Lula’

    Na ocasião, o prefeito também comentou sobre querer entregar 500 mil votos de Salvador para ACM Neto

    Foto: Gabriela Encinas/bahia.ba

    Após a confirmação da vinda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Salvador na próxima sexta-feira (28), o prefeito Bruno Reis (União Brasil) foi questionado nesta terça-feira (25) se a presença do petista na Bahia seria uma demonstração de preocupação do PT com o chamado voto “Neto-Lula”.

    Bruno Reis minimizou a possibilidade e afirmou que a escolha dos candidatos cabe ao eleitor. “O eleitor escolhe quem quer votar. É o governador e é o presidente que vai determinar em que ele vai votar? A escolha é livre do cidadão em quem vai votar. Isso aconteceu na eleição passada, isso já estava previsto. É natural que venha, e venha outras vezes. E nossa aliança é com o povo da Bahia”, disse o prefeito.

    500 mil votos de Salvador para ACM Neto

    Na ocasião, o prefeito afirmou que pretende entregar 500 mil votos de Salvador para ACM Neto. Segundo o gestor, o resultado será fruto do trabalho realizado pelo ex-prefeito durante os dois mandatos à frente da capital baiana.

    “Com fé em Deus e com trabalho, e principalmente pelo candidato que o cidadão soteropolitano conhece, foi oito vezes consecutivas o melhor prefeito do Brasil, transformou essa cidade e encontrou essa cidade destruída, arruinada, e reconstruiu e transformou Salvador”, declarou.Bruno também disse estar otimista com o desempenho de ACM Neto nas pesquisas internas do grupo. Segundo o prefeito, os levantamentos apontam crescimento do candidato e indicam vantagem entre 8% e 10%.

    “Eu sou apenas um ilustre colaborador que tento com o meu trabalho ajudar a cidade a avançar. Nossas pesquisas internas inclusive apontam o crescimento. Hoje mesmo recebi uma que crescemos em relação à semana passada. Qualquer pesquisa nossa varia entre oito e dez por cento. Se você quiser, depois eu mostro a vocês aqui no final, mas eu não quero estar cometendo crime eleitoral”, afirmou.