O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), comentou nesta terça-feira (20) o ato realizado no último domingo (18), na orla da Barra, em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A manifestação reuniu artistas, grupos culturais e apoiadores do petista em um percurso entre as proximidades do Clube Espanhol e o Farol da Barra. O ato contou com nomes da música brasileira, como Gilberto Gil e Daniela Mercury, além de BaianaSystem, Liniker, Rachel Reis, Zélia Duncan, Armandinho Macedo, O Kannalha, Ju Moraes, Majur e Márcia Castro.
Ao comentar o evento, Bruno chamou a atenção para a legislação eleitoral, que, segundo ele, impõe restrições a apresentações artísticas em atos políticos. O prefeito, no entanto, reconheceu que os participantes têm liberdade para se manifestar.
“Gente, eu queria convidar vocês para se debruçarem sobre a legislação eleitoral. A legislação eleitoral proíbe, inclusive, utilização de som sem a presença do candidato. Imagine apresentações de artistas, que já está proibido há muito tempo na legislação eleitoral”, disse o prefeito.
“Mas, efetivamente, as pessoas são livres para se manifestar. A Justiça foi acionada, não impediram, e o ato aconteceu, e quem estava lá pôde se divertir, ouvindo grandes atrações musicais, artistas de renome nacional, internacional”, acrescentou.
Bruno Reis participou de ato de Flávio Bolsonaro
No sábado (17), um dia antes da manifestação na Barra, Bruno Reis participou de um ato de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), realizado no Farol da Barra, em Salvador. Durante o discurso, o prefeito declarou apoio ao parlamentar, que disputa a Presidência da República.
“Em meu nome, em nome de ACM Neto, em nome de João Roma, em nome de Ângelo Coronel, em nome de inúmeros prefeitos e prefeitas, vereadores, vereadoras e lideranças políticas que estamos hoje aqui nesta noite histórica para declarar apoio ao próximo Presidente da República, Flávio Bolsonaro”, afirmou.
Na ocasião, Bruno também criticou a situação socioeconômica da Bahia e a gestão estadual. Entre os problemas apontados pelo prefeito estavam desemprego, pobreza, violência, educação e a fila da regulação na saúde.
“Flávio, essa cidade extraordinária infelizmente está num estado campeão. Campeão do desemprego, campeão da miséria, onde mais de 50% das pessoas vivem abaixo da linha da pobreza. Campeão da morte à espera da fila da regulação. Campeão nacional da violência”, declarou.

