Bruno Reis rebate Jerônimo e critica gestão do PT na Bahia: ‘Muito sensíveis’

    Gestor da capital baiana afirmou que os adversários são "muito sensíveis" a críticas

    Foto: Gabriela Encinas/bahia.ba
    Foto: Gabriela Encinas/bahia.ba
    O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), rebateu as acusações do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), de que estaria praticando “política baixa” e promovendo fake news. O gestor da capital baiana afirmou que os adversários são “muito sensíveis” a críticas e acusou a gestão estadual de falta de eficiência na execução do plano de governo.
    “Quando eles criticam ou atacam os adversários, eles não se incomodam. É sinal de que são muito sensíveis”, declarou Bruno Reis durante solenidade de inauguração da nova sede da UPB.
    Durante a fala, o prefeito citou dados sobre o cumprimento de promessas de campanha para rebater o petista, alegando superioridade de desempenho na gestão municipal.
    “Jerônimo teve a oportunidade e, infelizmente, deixou a desejar. Não fui eu quem colocou no plano de governo 92 promessas e compromissos e entregou apenas 33 — 30% do que foi prometido. Sem sombra de dúvidas, é um dos governadores que tiveram o pior desempenho no cumprimento da palavra. Já eu, como prefeito, não. Fui, na minha reeleição, o que mais cumpriu as minhas promessas de campanha. E essa comparação, infelizmente, os incomoda”, argumentou.

    Bruno Reis critica gestão governista

    Bruno Reis atribuiu os problemas apontados na administração estadual a falhas de gestão e acompanhamento. Segundo ele, as queixas em relação ao governo da Bahia partem da própria população e de diferentes setores do estado.
    “Quando a gente vai ver o porquê disso, é falta de gestão, falta de acompanhamento, de cobrança, de decisão e de delegação das atribuições. E a gente percebe um governo perdido. As cobranças estão nas ruas, são públicas: dos artistas, das empreiteiras, dos profissionais da saúde que prestam serviço e estão sem receber”, afirmou.
    O prefeito concluiu dizendo que apenas dá voz às queixas da população: “Eu sou apenas o porta-voz de muitos que se queixam, por onde chegam, pela falta de pagamento dos compromissos que sequer o governo cumpre.”