CAP, a escola de Braile, está pedindo socorro

    Comissão de Saúde da Assembleia revelou que, das 33 máquinas existentes, 30 estão quebradas

    Na audiência pública “Por uma Educação Inclusiva”, promovida pela Comissão de Saúde da Assembleia, presidida pela deputada Fabíola Mansur (PSB) ontem, o aluno Reginaldo Santos, deficiente visual, citou um dado chocante: no Centro de Atendimento Pedagógico (CAP), unidade mantida pela Secretaria de Educação, uma das poucas para ensinar ler e escrever em Braile, das 33 máquinas existentes 30 estão quebradas.

    — É uma situação muito ruim, estamos aqui pedindo socorro.

    A nova máquina vem aí

    A assessoria da Secretaria de Educação do Estado admite que o problema existe, com duas ressalvas:

    1 — As máquinas são antigas e na Bahia não tem que dê manutenção. Eles estão “importando” uma do Rio Grande do Sul.

    2 — O pedido de uma moderna impressora de Braile, que cobre grande parte das carências de hoje.