Colbert vai se ajustando de olho lá no cofre de Temer, e em Ronaldo cá

    Politicamente, ele fecha com Ronaldo, mas defende a união das oposições

    Frase da vez

    “Nada jamais continua, tudo sempre recomeça”

    Mário Quintana,poeta gaúcho (1906-1994).

    Foto: Valter Pontes / Divulgação
    Foto: Valter Pontes / Divulgação

     

    Com pouco mais de 20 dias à frente da Prefeitura de Feira de Santana, Colbert Martins Filho (MDB) diz que nesses primeiros momentos elegeu três focos, entre administrativos e políticos:

    1 — Procurando conhecer melhor a Prefeitura, ‘que é organizada, mas grande’.

    2 — É do MDB e fica no partido, mas apoia Zé Ronaldo, o antecessor. ‘Como equilíbrio que tem, é muito bom para a Bahia’.

    3 — E já que é do MDB, o partido de Temer, corre atrás para tentar liberar dinheiro para obras e só tem mais 60 dias, já que a partir de 30 de junho a lei proíbe a liberação em ano eleitoral.

    Colbert foi deputado federal por 12 anos, o equivalente a três mandatos, conhece Brasília bem. Soma a isso o fato de ser do MDB, o mesmo partido de Michel Temer, com a vantagem de que não é candidato a nada este ano. Ou seja, do que vem ou pode vir de Brasília, só tem a ganhar.

    — Precisamos investir é em mobilidade, o que inclui também a abertura de espaços para ciclistas.

    Politicamente, ele fecha com Ronaldo, mas defende a união das oposições.

    — É melhor para o MDB.

    Antes das malas de Geddel entrarem em cena se dizia que o MDB ficaria mais forte mesmo antes das eleições, com Bruno Reis, o vice de Neto, assumindo Salvador, e Colbert em Feira, que se somariam a Herzem Gusmão em Conquista. Não deu.