Comerciários de Feira: sofrimento com a Covid

    'Hoje temos aí em torno de 32 mil trabalhadores, oito mil a menos'

    Antonio Cedraz, presidente do forte Sindicato dos Comerciários de Feira de Santana, teve uma alegria ontem: reabriu o clube da categoria com as piscinas e tudo, que estava fechado desde o início da pandemia, mas ele ressalva: velho normal ainda não voltou.

    — Muitas lojas fecharam e permanecem fechadas. Isso quer dizer menos emprego. E o baque foi forte.

    Segundo Antonio, o comércio de Feira de Santana, o maior entreposto comercial do interior baiano, até antes da pandemia empregava em torno de 40 mil pessoas, e a perda de vagas foi superior a 20%.

    — Hoje temos aí em torno de 32 mil trabalhadores, oito mil a menos. Numa circunstância dessas, não temos muito o que festejar.

    Diz Antonio que o momento é de esperança, o de que economia, que também padece com a inflação, retome seus bons caminhos.