Concurso Nacional Unificado: deputada cobra cota para trans e travestis

    A deputada Érika Hilton (PSOL) questiona falta de cotas para pessoas trans em editais do Concurso Nacional Unificado

    Foto: Billy Boss/Câmara dos Deputados

    A deputada Érika Hilton (PSOL/SP) questionou a falta de cotas para pessoas trans e travestis no Concurso Nacional Unificado. Os editais com a quantidade de vagas foram publicados na última quarta-feira (10). A parlamentar protocolou um ofício e encaminhou ao governo Lula cobrando explicações.

    O ofício que questiona a falta de cotas para pessoas trans foi enviado para a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck e para o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, nesta sexta-feira (12).

    No documento, a deputada relembrou que, no dia 29 de junho de 2023, foi anunciado que o concurso AFT, presente no Concurso Nacional Unificado, iria reservar 2% das vagas para as pessoas trans e travestis e outros 2% à população indígena.

    Porém, após a publicação dos editais, percebeu-se que eles possuem reserva de 5% para pessoas com deficiência, 20% para candidatos negros e 30% das vagas dos cargos da Funai destinados a candidatos de origem indígena.

    Diante da publicação, a deputada Érika Hilton solicitou que sejam apresentados esclarecimentos públicos quanto a ausência de vagas para pessoas trans e travestis no CNU.