Publicado em 14/09/2017 às 19h20.

Defesa de Geddel alega risco de ‘estupro’ em pedido de regime domiciliar

O pedido foi negado juíza Lelia Cury, da Vara de Execuções Penais, que afirmou que o ex-ministro não corre riscos na cadeia

Redação

 

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

 

A defesa de Geddel Vieira Lima (PMDB) alegou risco de “estupro” na Penitenciária da Papuda, em Brasília, e pediu que ele volte para o regime de prisão domiciliar em seu apartamento em Salvador. O requerimento foi negado pela juíza Leila Cury, da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, que ressaltou o fato de os advogados do peemedebista terem supostamente se baseado em informações “inverídicas” e “especulativas” na petição.

Segundo o Estadão, os advogados de Geddel se basearam em matéria publicada no portal A Folha Brasil, no dia da prisão do baiano, com a informação de que mensagens vazadas por familiares de detentos do Complexo Penitenciário da Papuda dariam conta de “ameaças de estupro” que teriam sido “enviadas aos políticos que estão cumprindo pena ou prisão preventiva”.

Conforme a reportagem citada, “facções criminosas da unidade prisional teriam avisado aos acusados de corrupção que teriam de prestar serviços sexuais e domésticos aos demais internos”.

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