Dejetos humanos deixados no Planalto permitirão identificação dos bolsonaristas

    Vandalismo na sede do Poder Executivo brasileiro deixou sangue, fezes e urina no local

    Foto: reprodução redes sociais

    O vandalismo que ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília, no último domingo (8) deixou traços de sangue, fezes e urina das pessoas que invadiram o local. Esses dejetos humanos permitirão a identificação e prisão dos vândalos envolvidos nos ataques.

    Segundo informações do ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta, existe uma agilidade nas investigações porque há muito excremento deixado no local. “Então, é possível fazer a identificação dos criminosos pela coleta desse material orgânico”, disse Pimenta, que acompanha os trabalhos de perícia, reparo e limpeza do edifício-sede do Poder Executivo.

    Equipes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) estavam nas sedes dos três poderes na manhã desta segunda-feira (9) para tentar calcular e levantar os prejuízos causados. O local também passa por limpeza e reparos iniciais.

    Conforme a Presidência da República, parte importante do acervo artístico e arquitetônico do patrimônio do país foi danificado e destruído. Mas ainda não foi possível divulgar o detalhamento final de todas as pinturas, esculturas e peças de mobiliário atacadas.