Delação de Eike leva PGR a acender alerta sobre irmãos Batista

    Delação do empresário foi fechada na segunda-feira passada

    Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

    Um dos pontos altos da delação de Eike Batista, fechada na segunda-feira (23) com a Procuradoria-Geral da República, levantou um questionamento na equipe da Lava Jato. A informação é da coluna de Guilherme Amado, da revista Época.

    Segundo a publicação, Eike revelou que comprava e vendia ações de seu grupo no exterior por meio de P-notes, uma operação financeira relativamente conhecida no mercado.

    Era a maneira que ele encontrava para, com inside informations, fraudar o mercado.

    De acordo com a coluna, os procuradores receberam a informação, que ainda não foi investigada, de que os irmãos Batista faziam o mesmo.