Deputado reforça importância da aprovação de seu PL sobre origem das armas

    Capitão Alden comenta dados recentes de armas apreendidas na Bahia

    Assessoria: Capitão Alden

    O deputado federal Capitão Alden (PL-BA) chama atenção para “a importância” da aprovação do seu Projeto de Lei 638/2024, que altera a Lei nº 10.826/2003, para dispor sobre a obrigatoriedade na padronização da coleta e análise de dados e na elaboração de relatório estatístico acerca do quantitativo e origem das armas de fogo apreendidas.

    De acordo com o parlamentar, o PL 638/2024 “será essencial para acabar, definitivamente, com as narrativas utilizadas pela Esquerda em querer associar o poderio bélico usado pelos criminosos com eventual relação com armas legais.”

    “Aqui na Bahia, segundo dados do Instituto de Segurança Pública, Estatística e Pesquisa Criminal, foram apreendidas mais de 40 armas de grosso calibre em três meses deste ano. Mas quantas destas eram registradas? Essa informação é propositalmente ocultada, pois existe uma narrativa nefasta da Esquerda em querer induzir a opinião pública ao erro. Com a aprovação de meu projeto acabarei, definitivamente, com essa ladainha de querer culpar os Caçadores, Atiradores e Colecionadores – CACs, como se o segmento tivesse algum tipo de envolvimento em delitos”, diz Alden.

    Para o deputado, “a pauta desarmamentista da Esquerda” não se sustenta em um debate confrontando os dados existentes sobre a temática. “Desafio qualquer político de Esquerda para um debate sobre CACs ou porte e posse de arma de fogo no Brasil! Nenhum tem coragem de falar na minha frente que a arma do bandido é uma arma legal”, afirma o parlamentar.

    PL 638/2024

    A proposição do deputado baiano está em tramitação na Câmara dos Deputados, atualmente sob análise da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, aguardando a definição da data para relatoria do deputado federal Coronel Meira (PL-PE). “A expectativa é que o projeto avance em virtude de sua redação possuir uma argumentação sólida em sua justificativa”, pontuou Alden.