Disputa no TCM tem o jeitão da que envolve a Câmara Federal

    A questão: o atual presidente quer, e outros pretendentes dizem que ele não pode porque o regimento proíbe a reeleição

    Frase da vez

    “Disputa-se com mais frequência sobre as coisas frívolas do que nas mais importantes. As primeiras alcançam a compreensão de todos”

    Marquês de Maricá, escritor, filósofo e político carioca (1773-1848)

    Foto: Mateus Pereira/Secom
    Foto: Mateus Pereira/Secom

     

    A eleição para a presidência do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), que deve acontecer em fevereiro, está causando certo furdunço entre os conselheiros.

    A questão: o atual presidente quer, e outros pretendentes dizem que ele não pode porque o regimento proíbe a reeleição.

    Ocorre que Chico Neto assumiu há um ano com a aposentadoria compulsória de Paulo Maracajá. E com isso criou discussão similar à de Rodrigo Maia (DEM-RJ), que se elegeu em substituição a Eduardo Cunha.

    Os aliados de Rodrigo Maia dão o direito a reeleição dele como favas contadas evocando um exemplo que julgam cabal. Em 2014, o ministro Ricardo Lewandowski assumiu a presidência do STF por 30 dias em substituição do ministro Joaquim Barbosa, que renunciou. E lá também a reeleição é proibida.

    Os fatos adubam o tititi no TCM.