Dodge defende prisão de dono da JBS e o acusa de lucrar com delação

    Procuradora-geral da República disse que empresário Wesley Batista foi “desleal” com o Ministério Público Federal

    Foto: Reprodução/ NBR

    Depois de a defesa do dono da JBS, Wesley Batista, pedir a liberdade dele, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) a manutenção do encarceramento do empresário.

    Na avaliação dela, Wesley Batista usou a delação para ter “lucro fácil” e agiu de forma “desleal” com o Ministério Público Federal.

    “Ao invés de representar espaço de conscientização e arrependimento a respeito dos crimes já praticados, o acordo de colaboração representou, aos olhos do reclamante, oportunidade de lucro fácil, mediante o cometimento de novos crimes”, afirma Dodge em trecho da manifestação protocolada nesta sexta-feira (6) no STF.